O candidato a governador do PSB, Ricardo Coutinho, garantiu ontem que, não havendo problemas de ordem jurídica e impossibilidades legais, ele terá todo o prazer de envidar esforços para honrar o pagamento aprovado pela Assembleia. “Caberá ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado questionamentos em suas jurisdições”, explicou Ricardo.
Mesmo considerando que o processo e a circunstância tenham sido usados em prol de um projeto eleitoreiro do governador e candidato à reeleição, Ricardo Coutinho reafirmou sua disposição de programar uma política salarial justa para todos os servidores.
BANCADAS
Para o deputado Gervásio Maia (PMDB), o resultado da votação expressa a vitória do bom senso e do compromisso com a Segurança Pública. “Não havia como permitir que o projeto fosse usado para objetivos eleitoreiros pela bancada ligada ao candidato Ricardo Coutinho (PSB)”, atacou Maia.
O deputado Carlos Batinga (PMDB) qualificou de ‘incoerente’ a postura da bancada de oposição que se ausentou da votação da matéria – na manhã de ontem.
“Quando eram da bancada governista defendiam planos de melhorias de cargos, carreiras e salários sem qualquer discussão. Agora, quando chega um projeto propondo a melhoria salarial para uma categoria fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado e para a nossa segurança, eles não se ausentam, como tentam obstacularizar que essa melhoria seja feita”, avaliou.
Para o deputado Ricardo Barbosa (PSB), é preciso que os policiais militares, bombeiros militares e agentes penitenciários compreendam que, em nenhum momento, se questionou o mérito da PEC 300.
“Claro que apoiamos a iniciativa, só continuamos a questionar como é que os problemas legais e as limitações de ordem orçamentária e financeira podem ser desprezados numa conquista tão importante”, destacou Barbosa, que lamentou a forma como o processo foi conduzido.

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