Mesmo sem citar nomes, Farias ressaltou que a regra vale para quem levou os ataques políticos para o campo pessoal. O líder da bancada, no entanto, se mostrou satisfeito com as declarações dos vereadores Sérgio da SAC e Felipe Leitão, ambos do PRP, que haviam migrado para a base aliada ao projeto de reeleição do governador José Maranhão (PMDB), mas que, agora, sinalizam com a intenção de fazer o caminho de volta.
Outro que deve seguir o caminho rumo à base governista é o vereador tucano Luiz Flávio, que vem defendendo a repetição da aliança PSDB-PSB também para a disputa da prefeitura de João Pessoa, em 2012. Já SAC e Leitão têm apresentado como estímulo para o retorno o fato de integrarem um partido da base aliada do prefeito. “Sou partidário e vou acatar o que for decidido pelo meu partido”, ressaltou Sérgio da SAC.
Na visão de Farias, mesmo com as restrições, a perspectiva é a de que se consiga construir uma maioria folgada na Casa. A bancada atual é formada por 11 vereadores da base governista e 10 da oposição. A tese reinante na Câmara Municipal é a de que o quadro mude para uma bancada com 14 ou 15 parlamentares ligados ao prefeito. “Estamos de braços abertos para receber quem queira voltar para a base aliada”, disse o líder da base governista.
Entre os parlamentares que devem ter o retorno vetado, caso se posicionem pelo realinhamento, estão Fernando Milanez (PMDB) e Eliza Virgínia (PPS). Esta última, inclusive, vai enfrentar o conselho de ética do partido, que a acusa de descumprir a recomendação da legenda.

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