Brigam até quando concordam...
O discurso é até bem fundamentado: após ter sofrido a 'subtração' de dois anos e dois meses de um mandato que garante ter sido legítimo, José Maranhão (PMDB) não esconde a irritação sempre que lembra da proposta do adversário Ricardo Coutinho (PSB) de se colocar em prática uma co-gestão até 31 de dezembro.
Por sua vez, o governador eleito já vem esboçando incômodo com uma atitude contumaz do atual ocupante do Palácio da Redenção: vem preparando atos - como decretos e até preparando medidas provisórias - para medidas com vigência até meados do primeiro ano da próxima gestão.
Como se vê, aparentes água e óleo, Maranhão e Ricardo até quando "concordam" na postura se desentendem...

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