Advogado Ricardo Sérvulo, da coligação \\\\
Não tem saída: a campanha política deste ano na Paraíba, disputada no segundo turno entre o governador José Maranhão (PMDB) e Ricardo Coutinho (PSB), será mesmo decidida no “terceiro turno” por conta de nove ações impetradas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pelas duas coligações.
A coligação “Paraíba Unida”, através dos advogados do PMDB, impetraram cinco Aijes (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) contra a coligação “Uma Nova Paraíba”, encabeçada pelo candidato do PSB, Ricardo Coutinho.
Já os advogados da coligação “Uma Nova Paraíba” deram entrada em quatro Aijes contra a coligação “Paraíba Unida”, encabeçada pelo governador José Maranhão.
Essas ações não têm prazo definido para entrar na pauta do TRE. Isso só deverá ocorrer no próximo ano, quando o novo governador já estiver em pleno exercício do mandato.
Os advogados das duas coligações dizem que os casos são muito graves, de parte à parte. “Da nossa parte estamos tranqüilos, pois não cometemos nenhum crime eleitoral”, afirma o advogado Ricardo Sérvulo, coordenador jurídico da coligação “Uma Nova Paraíba”.
Mas o advogado da coligação “Paraíba Unida”, responsável pelas Aijes do PMDB, diz que os fatos alegados são muitos graves.
A coligação “Paraíba Unida”, através dos advogados do PMDB, impetraram cinco Aijes (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) contra a coligação “Uma Nova Paraíba”, encabeçada pelo candidato do PSB, Ricardo Coutinho.
Já os advogados da coligação “Uma Nova Paraíba” deram entrada em quatro Aijes contra a coligação “Paraíba Unida”, encabeçada pelo governador José Maranhão.
Essas ações não têm prazo definido para entrar na pauta do TRE. Isso só deverá ocorrer no próximo ano, quando o novo governador já estiver em pleno exercício do mandato.
Os advogados das duas coligações dizem que os casos são muito graves, de parte à parte. “Da nossa parte estamos tranqüilos, pois não cometemos nenhum crime eleitoral”, afirma o advogado Ricardo Sérvulo, coordenador jurídico da coligação “Uma Nova Paraíba”.
Mas o advogado da coligação “Paraíba Unida”, responsável pelas Aijes do PMDB, diz que os fatos alegados são muitos graves.

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