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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Para evitar constrangimento, advogados de Maranhão desaconselham debate sobre terceiro turno na Paraíba


Num ponto todos concordam. Evitar qualquer debate público sobre “terceiro turno” na Paraíba. É assim que pensa a maioria dos advogados da assessoria jurídica do governador José Maranhão. Diferentemente da postura adotada em 2006, quando não houve reconhecimento oficial da derrota.
 
Sobre tema, inclusive, há quem dentro do próprio jurídico do atual governador aconselhe o PMDB a não insistir com ações eleitorais contra o governador Ricardo Coutinho. Nos bastidores, consideram que o debate jurídico e, especialmente, o político não tem como prosperar.
 
Primeiro em razão do “placar” da decisão, registrando um mar de 150 mil votos de diferença e, consequentemente, um respaldo popular relativamente inquestionável. Depois pela ausência de clima político para tanto. E, por fim, pela incapacidade de considerar que um tribunal vá novamente questionar o mandato de um governador eleito para entregar novamente a Maranhão.
 
Assim, para evitar constrangimento seja no campo jurídico seja no campo popular, advogados que atuaram na campanha de Maranhão tem aconselhado o jurídico do PMDB a desistir de qualquer processo neste sentido.
 
Ícones do jurídico de Maranhão, como o advogado Marcelo Weick, por exemplo, tem apenas em mente o projeto de retomar as atividades profissionais. E pronto.
 
O próprio Tribunal não vai se expor a tal constrangimento.
 
O mais provável, portanto, é que as AIJEs contra Ricardo naveguem silenciosas nas mesas do TRE paraibano, esperando para aportar na ilha do esquecimento.

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