- Não existe um novo receituário. Essa medida foi a mesma que Ricardo Coutinho tomou quando assumiu a prefeitura de João Pessoa e equilibrou as finanças em três a quatro meses de governo. Ele teve que equilibrar a receita e houve corte de gastos. Quem está nos ouvindo sabe que se você gasta mais do que o seu orçamento familiar, aí você começa a entrar na contramão e daqui a pouco tem credor batendo à sua porta.
Ele ratificou que a administração estadual não pode sacrificar o estado em prol de uma única folha de pagamento e acrescentou que existem outras providências a serem tomadas.
- Você tem que administrar toda a população da Paraíba que é de 3 milhões e 700 mil pessoas. Qual é o conjunto do funcionalismo? 150 mil? dos 150 mil quantos são prestadores de serviços? 35 mil. Quantos comissionados? 100 mil. Os efetivos, 41 mil. Não podemos sacrificar o Estado porque o governo tem que ser para a totalidade da população.
O secretário comentou ainda algumas falhas relacionadas à administração do dinheiro público, advindas do governo anterior. Ele disse que a partir de agora o governo Ricardo Coutinho vai governar e a fiscalização dos governos anteriores ficará por conta dos órgãos competentes.
- Nós não somos poder judiciário. Nós juntamos tudo, a Controladoria, Secretaria de Finanças, de Administração e a Procuradoria Geral que está mandando tudo pra o Ministério Público, Tribunal de Contas e Controladoria Geral da União e eles que julguem como vão proceder. Claro que a gente tem que registrar e dizer, não se pode omitir, pois isso causa revolta. Enquanto as pequenas dívidas não foram pagas, grandes empreiteiras foram. Esse tipo de coisa a gente não pode permitir, coisas como um café da manhã custar R$ 205 mil.
PEC 300 – Nonato disse ainda que o deputado federal Major Fábio (DEM) tem agido com o intuito de afrontar o governo, uma vez que sabe da dificuldade e das leis, mas não quer diálogo:
- A primeira entidade com quem Ricardo Coutinho conversou foi a dos policiais. Quanto teve aquela manifestação liderada pelo Major Fábio, na hora o chefe da Casa Civil pediu pra chamá-lo e ele disse que não. Eu nunca vi um movimento não querer ser atendido pelo governo, foi a primeira vez. Eu não sei por que esse radicalismo de não querer conversar e só querer confrontar o governo.
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| Nonato Bandeira |

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