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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"Sem ajuda do Estado não temos condições de sair", diz presidente das Virgens de Tambaú


Euclides Menezes diz que 2011 é um ano delicado

Os investimentos  da iniciativa privada na Folia de Rua em João Pessoa ainda são bastante tímidos, por isso o projeto precisa de dinheiro público para caminhar. O problema é que todos os anos é a mesma coisa: a data se aproxima e o dinheiro para bancar o evento é incerto. Para o presidente das Virgens de Tambaú, Euclides Menezes, esse é um ano particularmente delicado devido a mudança de gestão e a indefinição do atual governo quanto a sua participação no evento.
“A prefeitura disse que vai pagar os músicos locais, mas um dos nossos maiores custos são com os trios elétricos. Ricardo (Coutinho) disse que nos dará uma resposta até o dia 30 desse mês. Até entendemos que ele esteja de cabeça quente com as dívidas do estado, mas sem esse ajuda, para nós, fica praticamente impossível sair”, lamentou Menezes.
O bloco está contando mesmo que o dinheiro chegue, tanto que já fechou com Preta Gil para animar o trio e a ex-BBB Ariadne Thalia Arantes para animar o bloco, mas não tem dinheiro em caixa para bancar as atrações. “Elas já reservaram agenda para nós”.
Menezes disse ainda que é preciso profissionalizar o evento na Paraíba, a exemplo de Pernambuco e Bahia, para aplacar essa dependência do poder público. Enquanto isso não acontece, ele torce para que os poderes públicos atentem não só para o papel social e cultural da festa, mas também para o econômico.
“O evento traz mais gente aos hotéis até mesmo do que réveillon. Até 95% dos artistas contratados são locais e gera uma movimentação no comércio de mais de R$ 90 milhões, então é essencial para a economia”, avalia.

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