Maranhão não vai mais assumir a Caixa Econômica, revela a Veja
Publicado em: 10/03/2011
As nomeações já começaram a aparecer no Diário Oficial da União, mas ainda não contempla o ex-governador José Maranhão, que estava cotado para assumir uma vice-presidência da Caixa Econômica Federal - cargo que foi negado por Dilma, que pretende ocupar os postos com nomes técnicos. Ainda não foi ventilada uma segunda opção para o peemedebista, derrotado nas eleições do ano passado
As nomeações já começaram a aparecer no Diário Oficial da União, mas ainda não contempla o ex-governador José Maranhão, que estava cotado para assumir uma vice-presidência da Caixa Econômica Federal - cargo que foi negado por Dilma, que pretende ocupar os postos com nomes técnicos.
Ainda não foi ventilada uma segunda opção para o peemedebista, derrotado nas eleições do ano passado.
As nomeações
O Diário Oficial da União de hoje publicou a nomeação do ex-deputado Colbert Martins, da Bahia, para comandar a Secretaria Nacional de Desenvolvimento do Turismo, do Ministério do Turismo.
O ato foi assinado pelo ministro Antonio Palocci (Casa Civil), a quem cabe nomear as pessoas para esses cargos.
Colbert Martins, que já pertenceu ao PPS e se transferiu para o PMDB por influência do ex-ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), tentou a quarta eleição em outubro. Mas não obteve êxito numa disputa em que o PMDB se saiu muito mal na briga com o PT na Bahia.
O próprio Geddel foi candidato a governador, mas acabou derrotado pelo petista Jaques Wagner, que foi reeleito.
O Ministério do Turismo é da cota do presidente do Senado, José Sarney (AP), que indicou o deputado Pedro Novais (MA) para titular da pasta.
Novais protagonizou o primeiro grande escândalo dos ministros da presidente Dilma Rousseff. Em junho do ano passado, ele financiou com dinheiro da Câmara uma festa num motel de São Luís, ao custo de R$ 2,1 mil.
Palocci chegou a defender um recuo na nomeação de Novais, mas Sarney fez pressão e o afilhado ficou no posto.
Em compensação, seu ministério foi esvaziado pelos cortes no Orçamento da União.

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