De acordo com Tarcisio, os coordenadores entregaram seus cargos pelas frequentes dificuldades que estavam enfretando no hospital com a falta de condições de trabalho, o que poderia prejudicar a sua carreira médica, caso ocorresse maiores problemas.
Os coordenadores reclamam a pouca atenção por parte do Governo às solicitações e reivindicações no sentido de melhorias nos diversos setores de trabalho, o que estava comprometendo as ações assistenciais e consequentemente a qualidade do atendimento dos pacientes.

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