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quarta-feira, 20 de julho de 2011

ROBERTO CARREFOUR

RAMALHO LEITE
Se fosse possível eu aconselharia o nosso estimado Roberto Santiago a mudar seu nome para Roberto Carrefour. Com a marca francesa, talvez seus empreendimentos fossem melhor acolhidos. Oriundo ali de Santa Rita, onde bota a cabeça, querem cortá-la. É o nosso complexo de vira-lata. Os de casa não podem crescer mas os de fóra sempre são bem recebidos.
Responsável por um dos maiores empreendimentos comerciais da Paraíba e um dos maiores contribuintes individuais do Imposto de Renda, o construtor do Manaira Shopping cresceu no trabalho. Seu centro comercial cobriu um curso de água fedorento que banha a “ bem comportada” comunidade São José e por isso, teve que enfrentar uma batalha. Para compensar o “crime ecológico” construiu uma creche e patrocinou aquela iluminação feérica que transforma a nossa orla em um dia durante a noite.
O nosso visitante francês estendeu sua ação para o Conjunto dos Bancários. Invadiu as calçadas e as transformou em acesso ao seu edifício. Se alguém reclamou o eco foi pequeno e desapareceu logo das ondas de rádio ou das páginas da internet.
Um cliente passou mal e morreu na calçada do Manaira. A mídia chegou perto de acusar o dono da casa de homicídio culposo. Um cidadão morreu na fila do Banco do Brasil. Seria o caso de responsabilizar o gerente? Só não ouvi qualquer reclamação quando o empresário, por sua conta e risco, ampliou o Retão de Manaíra e construiu a praça lateral. A cidade gostou, mas ninguém agradeceu.Um bando de ingratos.
Lembro que nos anos 1970 o poder público desapropriou várias casas na Praça Castro Pinto para que ali fosse instalado o primeiro Supermercado da Paraiba, o Bom Preço, oriundo das plagas pernambucanas. Não houve protesto. A opinião pública só avistou os empregos e os benefícios advindos do investimento.
Uma missão permanente e prioritária de governantes é a de gerar emprego e renda. O ex-governador Cassio Cunha Lima ao conceder incentivos fiscais e facilidades legais para atrair investidores costumava dizer: a minha vida é comprar emprego! Pois é isso, qualquer esforço é bem vindo para que se promova o desenvolvimento.
A troca de um terreno proposta pelo Estado é válida e vantajosa. Financeira e socialmente. Financeiramente por que a diferença de preço será compensada satisfatoriamente, e socialmente, em função do numero de empregos que o novo Shopping que se quer fazer em Mangabeira haverá de gerar. Sem falar na construção dos novos equipamentos da Segurança Pública, o que agregará centenas de trabalhadores durante sua edificação.Em qualquer lugar do mundo só seriam ouvidos aplausos.
O problema é que no meio está Roberto Santiago. E sendo um paraibano de sucesso, a inveja grassa e a maledicência permeia a cabeça dos inimigos do governo. As viúvas do passado tentam criminalizar todas as ações do governo, por mais corajosas e transparentes que sejam, só para divergir e, com isso, poder captar dividendos eleitorais. Macaco nunca olha pro seu rabo...

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